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Publicado por: Gaby Chaves domingo, 12 de maio de 2013



Uma entrevista feita pela AOL@Music nos estúdios de SonyBMG no dia 3 de agosto de 2006 com a Amy Lee e o John LeCompt. 


Amy - eu acho que nosso álbum é diferente de quase tudo. Acho que apenas crescemos muito, e mudamos muitos. Mudamos também nas performances ao vivo, estamos mais poderosos. Eu amo o "Fallen" mas acho que as novas músicas são mais grandiosas, pesadas e poderosas.
Amy - Eu não sei, acho que nossas músicas tornaram-se mais naturais. Acho isso legal pois nós incorporamos vários estilos musicais em um só. Tivemos influência do metal, e guitarras pesadas, em geral, o rock como influência.
John - Basicamente, foi um pouco de tudo. Amy tem grandes influências clássicas, com uma mistura de rock e de metal. É como tocar em bandas de metal, arrebentar na bateria de uma banda de metal, é uma fusão com mundos diferentes.
Amy - Eu sempre achei que todas as coisas que aconteceram com a gente fizeram o "The Open Door", sei lá. Foi bom pra nós fazer as músicas sobre todo esse drama e tudo sobre isso que influencia minha vida de algum jeito.
Amy - Eu acho que nós apenas precisamos de alguma ligação com as pessoas, criar um tipo de coisa mágica, eu não sei, achei que não precisaríamos da idéia de ninguém para ter feito o álbum. Gosto das coisas do nosso jeito. Nós nos reunimos, demos nossas idéias, e eu realmente acho que conseguí fazer uma música interessante para as pessoas. Eu acho que ficou ótimo. Ficou mais natural, mais criativo e adquirimos muita experiência também.

John - Foi realmente legal ter toda a banda reunida em uma sala, trabalhando nas idéias, Amy vestindo calças (risos), foi um jeito legal de fazer as coisas. É como influenciar todo nosso material. E demoramos para fazer as músicas.
Amy - Demoramos mesmo.
John - Mas o fizemos!

Amy - Ah sim, (risos), eu gosto de Call Me When You're Sober pois as letras são diferentes. Essa é a diferença por quê antes eu era acostumada a reprimir as coisas, mas eu não acho que exista um jeito de explicar o que essa música significa. Eu gosto, me faz sentir, eu não sei, poderosa, tipo "escapei de uma relação". Isso foi mais difícil no final. Eu não sei como, não sei como essa música, especificamente, me faz sentir bem. Acho que a alma dela está nas letras.

Amy - Eu não acho que queremos criar uma obra-de-arte. Mas eu acho que alguma coisa nos mudou. Eu acho que isso fez o álbum ficar mais forte, eu não sei, eu acho que nós ficamos mais concentrados nas dores, na raiva, mas transformamos isso em uma coisa positiva. Nós paramos de fugir (risos)!

John - Eu acho que é mais fácil fazer as coisas quando estamos mais felizes (Amy rindo)! É como transformar dor em música. Pessoas se deprimem todo dia.

Amy - Eu acho que as pessoas deveriam ouvir esse tipo de música. Acho que dois tipos de pessoas diferentes fazem sua música ficar popular, acho que as pessoas deveriam abrir suas mentes e conhecer grandes artistas, grandes artes, todas as coisas novas que existem, ou sei lá, um bom material.

John - As pessoas estão ligadas sempre ao básico. Elas não devem ouvir só aquilo que elas gostam. Elas tem que conhecer os detalhes de outro estilo, de outro material, apesar disso, é muito difícil de se encontrar. Mas não é impossível porquê eu gosto. Nos tocamos em festivais e havia vários materais diferentes de música.

Amy - E é por isso que nós gostamos de tocar ao vivo.

John - Eu sinto que eu gosto disso por que todo mundo gosta também (risos). Na verdade, gosto daquilo que aprecio mas eu também gosto de conhecer materiais diferentes. Abra sua mente e conheça novos estilos, se você curtir você vai gostar e não deixe ninguém mudar isso. 

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